
Tempestado.
April 16, 2010Quê?
… que quando eu posso ser livre, eu sou impossível, eu não me agüento.
Que se ao contrário, eu sou impassível, um único tormento.
Que mordiscando a língua até a boca salivar, eu finjo que não é comigo.
Que não é dessa vez que vou ver o meu amigo.
Que não é nessa noite que o calor vai fazer sentido.
Que não é um livro – que não dá tempo – que vai trazer você comigo.
Que a queda, meu amigo, é simples perda de sentido.
- Consegui várias coisas nesses últimos meses, mas ainda falta muito.
Sim, falta. Pode parecer mentiroso, piegas ou boçal, mas isso é bom. Mostra que você quer muito, pensa em muito, almeja. Projeta. Aliás, provavelmente vai ser assim pra sempre. Provavelmente, não; tomara. Essa sensação de “ainda falta muito” é o que justamente te impulsiona pra ser o que você é – movimento, dinamismo. Hiperatividade supersônica.
Ligue o som, prepare uma bebida. Dê um abraço de vovô, daqueles demorados e estranhos.

*sigh* tinha esquecido de como adorava ler ses textos…sabe como e, sempre correndo, vivendo, porque meudeusdoceu, ainda falta TANTO!!
Prefiro agir, viver, acontecer. Quero coisas para já, para ontem e para amanhã… O resultado será conseqüência. Não quero esperar tanto, não sei se acordo amanhã…
Lembre-se de quem viveu feliz por ter feito tudo o que sempre sonhou. Ele teria feito mais, muito mais.